
Você já se alistou?
A esquerda precisa aprender a lutar.
Eles tomaram as academias enquanto a gente debatia. Chega de treinar calado. Qualquer luta, qualquer faixa, qualquer lugar.
0 camaradas já estão nas fileiras.
Siga @otatamevermelhoQuem somos
Lutadoras e lutadores de esquerda. De toda luta, toda faixa, todo canto do país.
Não somos academia nem marca. Somos uma frente: gente que treina e não aceita fascista mandando no tatame.
- Organizar
- Juntar os nossos em cada tatame do país.
- Treinar
- Técnica, fôlego e coragem, levantando quem está começando.
- Resistir
- Proteger os nossos, no tatame e fora dele.
O tatame foi tomado. Vamos tomar de volta.
Piada racista no vestiário. Professor fazendo campanha para fascista. E quem é diferente treina calado ou vai embora.
Eles
- Fazem da academia palanque.
- Ensinam força para humilhar.
- Recrutam o povo para o patrão.
Nós
- Fazemos da academia base.
- Ensinamos força para proteger.
- Organizamos o povo para ele mesmo.
Fascista não passa. Nem no tatame.
Por quem a gente treina
- Pelo moleque que apanhou na escola e aprendeu a ficar quieto.
- Por quem largou a academia porque era o único diferente ali.
- Pelo camarada que apanhou no ato e estava sozinho.
- Pelo bairro que nunca teve um tatame.
- Por todos que vieram antes e não puderam se defender.
Nunca mais sozinhos. Quem se organiza e treina não se curva.

Corpo pronto para a luta
O patrão lucra com o nosso cansaço. Fôlego e força também são militância: para aguentar o rola, o ato e a vida.
Treino básico da frente
3 vezes por semana, em casa ou na praça
- 10 minutos de corda ou corrida
- 5 rodadas: 10 flexões, 15 agachamentos, 20 abdominais
- 15 minutos de técnica com um parceiro
Comece leve e respeite seu limite.
Quem lutou antes já sabia

“Sejam sempre capazes de sentir no mais fundo qualquer injustiça, contra qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo.”
-

“É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer.”
-

“¡No pasarán!”
-

“Não tenho briga nenhuma com os vietcongues.”
Somos do Sul.
Do Haiti à Palestina, de Cuba a Angola: quem enfrentou o império sabe que liberdade se conquista.
A luta sempre foi política
O povo nunca aprendeu a lutar por esporte. Aprendeu para não morrer.
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1835

A capoeira disfarçada de jogo
Luta de gente escravizada, proibida por lei em 1890. Sobreviveu porque o povo não deixou morrer.
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1909

O jiu-jitsu das sufragistas
Em Londres, militantes pelo voto aprendem jiu-jitsu para a polícia não levar suas líderes.
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1933

O boxeador que riu dos nazistas
Johann Trollmann, sinti, sobe ao ringue pintado de “ariano” para zombar do regime. Morreu num campo de concentração.
-
1967

O campeão que recusou a guerra
Ali se nega a lutar no Vietnã, perde o cinturão e não recua.
Agora é a nossa vez.
As fileiras estão abertas.
Nenhum estado no mapa ainda. Seja o primeiro do seu.
Cada quadrado é um estado. Quanto mais escuro, mais combatentes. O seu está fraco? Chame mais um.
Pôr o meu estado no mapaAliste-se.
Ninguém aprende a lutar sozinho. Quatro perguntas e você está dentro. Sem CPF, sem telefone, sem endereço.
Nunca treinou? Escolha “Ainda não luto”. Todo mundo começou na faixa branca.